15 de jan de 2010

Dica de leitura:Fala sério mãe!

Postado por Alice Gonçalves às 10:46
Essa matéria é: 



Mãe e filha. Que relação complicada, essa! Amor, carinho, compreensão e, claro, muitas, muitas brigas. Brigas importantes, brigas bobas, brigas engraçadas, brigas memoráveis. Só variam conforme a idade. Boletim, namorados, arrumação do quarto, legumes, viagens, festas, hora de chegar das festas... tudo é motivo para essas pelejas domésticas.

Para Angela Cristina, elas são apenas carinho e preocupação. Para Maria de Lourdes, são chateação materna mesmo. Na primeira metade do livro, os textos mostram o ponto de vista da mãe. Mas depois do primeiro beijo, aos 12 anos, é Maria de Lourdes (ou Malu, como ela prefere) quem assume a narrativa.

Fala sério, mãe! é uma coletânea de crônicas bem-humoradas do cotidiano dessas duas personagens, que pode ser lida aleatoriamente ou como um romance em pílulas, em ordem cronológica, da barriga aos 21 anos.








Orelha do livro


— Maria de Lourdes, não me diga que essa coisa reluzente na sua barriga é o que eu estou pensando.
— Piercing, mãe, mãe, piercing. Pronto, estão apresentados. Está reluzindo, é? Maneiríssimo!
— Meu Deus do céu, Maria de Lourdes, você mutilou o seu corpo por livre e espontânea vontade? Você ficou maluca? Onde foi que eu errei?
— Ih, lá vem você com o seu showzinho. Fique sabendo que lá no colégio, 83,7% das meninas usam piercing, tá?
— Eu não estou interessada nas meninas do colégio, Maria de Lourdes. Eu não sou mãe das meninas do colégio. Por que você botou esse piercing?
— Para minha barriga ficar irada na capa do livro.
— Que livro, Maria de Lourdes?
— Este livro, ué, que conta nossas brigas, nossa história... Esse nosso diálogo, por exemplo, vai para a orelha do livro. Até na orelha do livro a gente aparece, mãe! Chiquésimas!
— Maria de Lourdes, do que você está falando? Deixe de sandice e vá estudar, menina!
— Ah! Fala sério, mãe! Você está sempre por fora da realidade. Sem noção!
— Olha o respeito! Já para o quarto, Maria de Lourdes!
— Malu, mãe! Malu!







Minha nota


Eu amei este livro,pois fala da vida de uma garota,suas dúvidas,amizades,relação com a família entre outras coisas do dia-a-dia de uma garota comum!


Minha nota?É claro que 10!





Autora


Thalita Rebouças sabe falar de um jeito que cativa qualquer um,de um jeito que você se sente como o personagem,e não quer parar de ler o livro.







Biografia


Olha a sua autobiografia:


Sou fofa. Pelo menos é o que dizem as boas línguas. Nasci no dia 10 de novembro de 1974, sou carioquésima(daquelas que louvam o Rio e agradecem diariamente por ser de uma cidade tão linda e especial), empolgada, teimosa, escorpiana, portelense, Fluminensesesê!, abracenta, sorridente, chata à beça na TPM, chorona (do tipo ridícula, choro até vendo comercial de detergente), alucinada por sambas e marchinhas de Carnaval, louca por brigadeiro (para comer de colher) e adrenalina — já saltei de pára-quedas e asa-delta algumas vezes — e viciada em algumas séries de TV (Friends, Seinfeld, Sex and The City, Lost e Desperate Housewives são minhas preferidas).
A vontade de escrever nasceu quando eu era criança. Do alto dos meus 10 anos eu me autodenominava "fazedora de livros", já que cuidava de todos os detalhes pessoalmente.
Era eu quem desenhava a capa, transformava os papéis em livro com a ajuda do grampeador, criava as ilustrações, escrevia e revisava tudinho, para que o texto não tivesse nem um acento errado (desde pequena sou fanática por acento, sei todas as regras de cor desde a primeira aula de Português que abordou o assunto. Resumindo, coisa de C.D.F. :o).
Quando terminei o segundo grau, prestei vestibular para Direito, certíssima de que era a carreira dos meus sonhos. Agüentei dois anos, mas acabei por solucionar a cruel questão "tranco ou não tranco a faculdade?" mudando de mala e cuia para o curso de Jornalismo, que amei desde o primeiro dia de aula.
Trabalhei em lugares muito legais, como a Gazeta Mercantil, o Lance!, a TV Globo e a FSB Comunicações.
Em 2001, quando os livros começaram a dar certo, resolvi apostar no meu sonho de pirralha e investir seriamente na carreira de escritora. Dei umas férias para a jornalista que mora em mim. O que eu gosto é de inventar histórias, aumentar um ponto -- ou vários.
Na ralação
O começo da minha carreira é uma história de bagunça e perucas em bienais e livrarias.
Fui convidada pela Ao Livro Técnico (minha primeira editora) para passar uma tarde na Bienal do Livro de 2001, aqui no Rio, autografando o Traição entre Amigas. Lá fui eu, toda serelepe. Durante 20 minutos vi passar na frente da minha mesinha um monte de gente, mas ninguém me dava bola. Percebi logo que se eu ficasse ali sentada esperando meus queridos futuros leitores eles simplesmente não viriam.
Vários autores consagrados estavam presentes, como eu poderia competir com eles? Meu "Traição entre Amigas" era apenas mais um livro naquele universo de títulos disponíveis na Bienal. O estande da minha editora, apesar de bonitinho e bem localizado, era um entre muitos espalhados em dois imensos pavilhões do Riocentro. Se eu quisesse vender livros teria que inventar uma forma de chamar a atenção, de aparecer, de me destacar. E rápido.
Como eu tenho na bagagem alguns anos de teatro, pagar mico em público não é nenhum problema para mim. Então vamos lá!
Comecei a bater palmas, a fazer polichinelo, a brincar com quem passava na frente do estande e a anunciar o livro em altos brados, como um vendedor empolgado com seu produto. Logo juntou gente ao meu redor, rindo e escutando, e o livro passou a vender como água no deserto. Não parei de autografar um só segundo. Ao fim da tarde, a editora me convidou para voltar dois outros dias. Voltei e a vendagem foi excelente. A Bienal acabou, mas aprendi a lição.
Em outubro de 2001, com a grande e inesperada notícia de que o Traição tinha ido para a segunda edição, resolvi arregaçar as mangas de vez e me dedicar a divulgá-lo em tempo integral. E divulgá-lo de forma eficiente e prazerosa significava voltar a fazer aquela bagunça básica da Bienal. Mas onde?
Bati na porta de duas grandes redes de livrarias, a Siciliano e a Saraiva, que foram muito legais me recebendo em suas lojas. Foram eventos divertidos e simpáticos, e o melhor: em todos eles o livro vendeu muito.
Em março de 2003, assinei com a Rocco para lançar meu terceiro "filhote", o Tudo por um Pop Star, que virou best-seller. Depois dele, vieram Fala Sério, Mãe!, que foi parar na lista dos mais vendidos da revista Época e do jornal O Globo (olha que chique!), Tudo por um Namorado, Fala Sério, Professor! e todos os outros.



Livros


Fala Sério, Mãe!
Fala Sério, Professor!
Fala Sério, Amor!
Fala Sério, Amiga!
Fala Sério, Pai!
Uma fada veio me visitar
Tudo por um Pop Star
Tudo por um Namorado
Tudo por um Feriado
Traição entre Amigas



Próximas Obras

Para 2010 Thalita prepara 2 novos livros, sendo que um terá um menino como protagonista - depois de tanto falar ela disse que finalmente terminou e entregou para sua editora, a editora Rocco. E o outro livro será a vingança dos pais sobre os filhos, (Fala Sério, Filha!) onde os pais vão falar da Malu.


Dicas de sites:

3 comentários:

Anônimo disse...

Eu amo a Thalita,amo o jeito que ela escreve e amo seus livros!

Paulinha disse...

eu amei essa coleçao!

Anônimo disse...

io so eu de novo a nonima que escreveu um comentario para OS KARA E PODEROSA enfim tambem ja li essa coleçao tambem (so fauta ,FALA SERIO,PROFESSOR! E FALA SERIO ,PAI!)
os livros sao muito bons !
e prometo escrever o masimo possivel
de todos os livros que voce postar no seu blog
um beilo e ate mais tarte!!

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